"...um livro de contos que me impressionou pela substância da linguagem e pela íntima ternura com que ela trata os seres erradios que rondam rodoviárias e lugares esquecidos do interior de São Paulo. Confesso que me impressionei com as cruéis verdades tão bem transfiguradas em arte pela Cida. É Cida o nome da autora. Cida Sepulveda. Apresento. Bem sei que quem apresenta o artista é a arte que o artista apresenta. Estou vendo esta moça chegar à literatura brasileira com a força de uma Clarice Lispector. São diferrentes nos temas porém são parecidas na linguagem substantiva...."